Tá beleza?
Me disseram que o que meus olhos vêem, não é o mesmo que os seus vêem. O que é belo para mim, pode ser banal visto por outros olhos. Olhos que não têm a história, as saudades nem os desejos dos meus. Desejos estes que fazem minha alma se debruçar em suas janelas e investigar o mundo inteiro, à procura de um novo caminho.
A estética nasce marcada por seu realizador. Incube nela sua marca. Deixa de herança para o mundo sua visão e ideologia. E para sempre ela estará lá, dizendo a todos o que era pra ser e nunca foi. A ilusão sim, que é a melhor forma de procurar o verdadeiro belo. O seu belo. Pelo senso comum e por nossa cultura, criamos parâmetros que nos permitem avaliar o que consideramos beleza. Parâmetros que mudam com as épocas e com a exaustão. O que hoje é considerado novidade, perde sua beleza com o tempo e com sua banalização.
A verdadeira beleza é aquela que incomoda. Não desperta alívio, bem-estar aos olhos. Quem faz isso são as banalidades harmônicas. Não quero banalidades. Quero incômodo. Algo que me faça indagar que diabos é aquilo. Que levante questões em minha cabeça, já tão banalizada. Que provoque mal-estar e, principalmente, que me faça querer superar. Essa cadeia de sensações é que causa a verdadeira admiração de uma beleza. A beleza de estar vivo, de poder olhar em volta e ter todas as opções em suas mãos. As outras belezas são apenas objetos de decoração que ficam expostos para todo mundo, mas torcendo para serem observados por qualquer um.
Não sei quanto aos seus, mas os meus olhos andam bem abertos procurando este tipo de beleza. O difícil só está sendo encontrá-las. Mas tudo bem. Deve ser um daqueles velhos problemas de miopia.
A estética nasce marcada por seu realizador. Incube nela sua marca. Deixa de herança para o mundo sua visão e ideologia. E para sempre ela estará lá, dizendo a todos o que era pra ser e nunca foi. A ilusão sim, que é a melhor forma de procurar o verdadeiro belo. O seu belo. Pelo senso comum e por nossa cultura, criamos parâmetros que nos permitem avaliar o que consideramos beleza. Parâmetros que mudam com as épocas e com a exaustão. O que hoje é considerado novidade, perde sua beleza com o tempo e com sua banalização.
A verdadeira beleza é aquela que incomoda. Não desperta alívio, bem-estar aos olhos. Quem faz isso são as banalidades harmônicas. Não quero banalidades. Quero incômodo. Algo que me faça indagar que diabos é aquilo. Que levante questões em minha cabeça, já tão banalizada. Que provoque mal-estar e, principalmente, que me faça querer superar. Essa cadeia de sensações é que causa a verdadeira admiração de uma beleza. A beleza de estar vivo, de poder olhar em volta e ter todas as opções em suas mãos. As outras belezas são apenas objetos de decoração que ficam expostos para todo mundo, mas torcendo para serem observados por qualquer um.
Não sei quanto aos seus, mas os meus olhos andam bem abertos procurando este tipo de beleza. O difícil só está sendo encontrá-las. Mas tudo bem. Deve ser um daqueles velhos problemas de miopia.

4 Comments:
bem vinda ao clube, pequena branca. depois te passo um ótimo telefone de um oftamologista.
ah, belas palavras.
Divida o telefone c/os amigos...
Tô boba...
Lígia
Eu de novo...Peguei um pedacinho emprestado...Posso?
Mas disse q tem dono!
Lindo lindo...
Lígia
rsss
pode!
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